quarta-feira, 17 de junho de 2015

Conhecer a frequência cardíaca ideal possibilita um treino mais eficaz e saudável

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Início do ano, retorno de férias, volta as aulas, volta a academia também, e para repor os excessos do fim do ano, muitos recorrem a uma intensa rotina de exercícios. Mas, segundo o cardiologista do Hospital Marcelino Champagnat, André Bernardi, a perda de peso, no entanto, deve ser feita com exercícios regulares e sem esforços excessivos, para que o órgão mais importante do corpo, o coração, não seja prejudicado.
Para garantir um ritmo de exercícios de maneira saudável, é importante que cada pessoa conheça sua frequência cardíaca máxima e mínima ideal para a queima de gordura. Quando o praticante se mantém nesta faixa, ele pode estar seguro de que está no limite certo para o resultado que almeja, sem prejudicar a saúde. “A frequência cardíaca nada mais é do que o número de batimentos do coração por minuto. O batimento cardíaco basal, ou seja, em repouso, é considerado ideal quando está entre 60 e 80 batimentos por minuto”, indica o cardiologista.
Para medir os batimentos cardíacos, o praticante de exercícios precisa utilizar o frequencímetro. Este equipamento pode ser encontrado em qualquer loja esportiva. Preso junto ao peito, o frequencímetro possibilita ao seu usuário permanecer sempre dentro deste limite saudável.
Para saber qual a frequência ideal para perder peso e melhorar o condicionamento físico é importante fazer também o teste ergométrico, em uma esteira. Treinar acima da faixa ideal pode trazer também prejuízos ao corpo, ocasionando lesões e, em alguns casos, até desencadeando um enfarto. “Muitas pessoas acreditam que jogar futebol duas vezes por semana, por exemplo, é um bom exercício físico. É preciso, porém, que se tomem os devidos cuidados para preservar a saúde do coração”, reforça Bernardi.
Artigo publicado no site Panashop 

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Crianças mais ativas têm tendência menor para obesidade

Crianças mais ativas têm uma tendência menor para a obesidade porque o excesso de peso é o resultado das calorias ingeridas menos a energia gasta por meio de exercício físico.


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Quando se trata de controlar o peso das crianças, reduzir o tempo em frente à televisão e ao computador é tão importante quanto incentivar a prática de atividade física, defende a endocrinologista e especialista em obesidade infantil Maria Edna de Melo.
A médica explica que “as crianças mais ativas têm uma tendência menor para a obesidade” porque o excesso de peso é o resultado das calorias ingeridas menos a energia gasta por meio de exercício físico. “A atividade física também promove o ganho de massa muscular, onde ocorre o gasto energético. Isso é importante para todas as pessoas, independentemente da idade”.
De acordo com a endocrinologista, a atividade física é muito importante no processo de emagrecimento, porém o movimento deve fazer parte da rotina de meninos e meninas durante todo o dia. “Mesmo entre as crianças que se exercitam duas ou três vezes por semana, o tempo de inatividade física ao longo do dia pode comprometer a saúde”, alerta.
A inatividade física é o que os médicos chamam de “tempo de tela”, referente ao período total em que a criança permanece em frente ao computador, videogame, televisão, tablet, entre outros aparelhos eletrônicos. “É comum encontrarmos crianças que fazem atividade física duas vezes por semana, mas que passam de cinco a seis horas inativas por dia assistindo TV ou jogando videogame. Isso não é bom para elas”, ressalta Maria Edna.
Segundo a médica, apesar da efetividade do balanço energético para o controle de peso, a obesidade é uma doença complexa que também envolve fatores genéticos. “Por isso há pessoas que comem muito e ainda assim não engordam”.
A obesidade normalmente ocorre em indivíduos que têm uma predisposição genética, que são expostos a um ambiente favorável ao aumento da ingestão calórica e que reduzem a sua atividade física.
Outro ponto importante defendido pela especialista é adotar a dieta do incentivo em vez das dietas proibitivas. “Uma abordagem do tipo ‘vamos comer mais legumes e salada’ tem um efeito melhor para a perda de peso em crianças ao incorporar uma mudança de hábitos do que uma dieta focada em proibição de alimentos”, recomenda.
A mudança nos hábitos alimentares dos filhos exige que os pais deem o exemplo, passando por uma reeducação que envolva toda a família. “Comer é um hábito social, mas também individual. Então tem algumas pessoas que adoram comer salada e outras que não toleram, assim como algumas pessoas adoram doces e outras não gostam”.
Essas preferências individuais provavelmente têm uma característica genética e também devem ser consideradas na hora de elaborar uma dieta de reeducação alimentar infantil. “Não adianta falar para uma pessoa que adora doces para ela parar de comer doces. Temos sempre que buscar o equilíbrio”, aconselha.
Matéria publicada pelo site Terra

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Acompanhamento profissional é essencial para o desempenho nos treinamentos


Alcançar objetivos requer confiança mútua e muita troca de informações, pois são essas trocas que fazem os treinamentos avançarem, estabilizar ou até regredir.


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Os corredores, vivem no mundo real e têm que lidar com problemas e contratempos que acontecem no dia a dia e que, inevitavelmente, afetam a sua performance. Se o praticante da atividade não é um profissional da área, talvez  não conheça os princípios básicos que regem aos treinamentos esportivos, e isso, mais cedo ou mais tarde, pode atrasar os seus objetivos. Em outras palavras, talvez ele não tenha conhecimento suficiente para montar o seu próprio treino, principalmente se ele for um iniciante.
E esse conhecimento profissional pode ser o que faltava para o atleta alcançar com segurança as suas metas (e até criar novos desafios). E o treinador, além de preparar o seu treino analisando as variáveis da vida do atleta, produzindo progressões e adaptações para que ele melhore aos poucos, é, de certa forma, responsável pela inspiração e pelo suporte emocional que muitos corredores precisam – além de poder prover uma análise objetiva do que está acontecendo com ele, como por exemplo, detectar que o atleta está treinando demais, que o seu treino está muito curto, ou que é melhor ele treinar três vezes por semana ao invés de cinco (ou vice-versa).
A capacidade de tratar cada corredor como uma pessoa única e descobrir qual a melhor forma de treiná-la, talvez seja uma das mais importantes características de um bom treinador. E, para quem treina, o desafio continua a ser encontrar um técnico capacitado e com quem consiga se relacionar bem – e que esteja disponível para escuta-lo.
Alcançar objetivos requer confiança mútua e muita troca de informações, pois são essas trocas que fazem o treino avançar, estabilizar ou até regredir. Assim ele se previne para não passar do ponto e aumenta as suas chances de extrair o máximo de si. É interessante o atleta se dar essa chance, experimentar e confiar que o seu treino está nas mãos de alguém e preocupe-se em seguir as propostas e cumprir os objetivos.
 FONTE: Matéria publicada pelo site Eu Atleta